13 – Ruínas de Tulum e Parque Xel-Há (DIA 11)

Nosso último dia no México foi bem corrido, pois optamos por fazer uma excursão que incluía visitar as ruínas de Tulum e passear no Parque Xel-Há, mas o ideal seria ter feito estes passeios separados e aproveitado mais um pouco de cada um deles.

RUÍNAS DE TULUM

Tulum se destaca principalmente por sua localização, onde as ruínas podem ser observadas junto com o mar do Caribe. A paisagem é muito linda mesmo.

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Diferente de Chichén Itzá, que visitamos no 1º dia de passeio, as pirâmides não são tão grandes e imponentes, mas não por isso são menos impressionantes.

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Neste nosso passeio tinha um guia incluso, o que fez toda a diferença.  Ele nos acompanhou por todo o passeio contando um pouco da história dos Maias e nos explicando sobre os detalhes das ruínas.

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O tour foi bem corrido, pois depois íamos para Xel-Há e uma parte do grupo iria para as ruínas de Cobá. Às vezes para conseguir uma boa foto (sem ter vários outros turistas junto) era preciso perder um pouquinho da explicação do guia.

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Nosso guia explicou um pouco sobre a certidão de nascimento dos Maias. Ele explicou que quando a pessoa nasce eles contam o número de dias em relação a uma data de referência, um “dia zero” (12 de agosto de 3113 a.C.). Assim, quanto mais nova uma pessoa é, mas dias ela tem. Bem, minha explicação está bem simplista, mas fiquei bem interessada em fazer uma certidão de nascimento Maia para mim. Eles estavam oferecendo este serviço lá, mas somente para quem estava indo para Cobá, pois só ficaria pronto no meio da tarde.

PARQUE XEL-HÁ

No final da manhã fomos visitar nosso último parque temático. O Parque Xel-Há é um parque all inclusive, com comidas, bebidas (inclusive alcoólicas), toalhas e snorkel disponíveis durante todo o dia.

Comparativamente ao Parque Xcaret, o Xel-Há é mais natureza. O Xel-Há também é conhecido por ser ter algumas ações ecológicas, começando com os mapas do parque que não são distribuídos em papel. Apesar de eu tentar não gerar tantos resíduos, preciso confessar que eu adoro um mapa de papel.

Outra ação deles é não utilizar canudos, pois, segundo eles, canudos não são recicláveis. Isto é novidade para mim. Eu achava que canudos podiam ser reciclados, sim. Conversei com um amigo meu que trabalha numa empresa de resíduos aqui no Brasil e ele disse que existem canudos feitos de diferentes tipos de plásticos e que, dependendo do local, pode não existir tecnologia para a reciclagem. Outro detalhe que ele chamou a atenção é que às vezes materiais muito pequenos acabam não sendo reciclados pela dificuldade de separação.

Outra ação bem interessante é que eles trocam o seu protetor solar normal por amostras de protetor solar biodegradável (na saída do parque você pega seu protetor de volta). Nós já estávamos usando o nosso protetor biodegradável que havíamos comprado no parque Xcaret, então não precisamos trocar. O que eu achei ruim é que esta informação não é muito divulgada (só fiquei sabendo no meio da tarde quando fomos almoçar em um dos restaurantes), então você vê pessoas utilizando protetor solar normal todo o tempo.

A principal atração do parque é um enorme rio onde você pode descer de boia, praticar snorkel, mergulhar de um penhasco, fazer tirolesa… Nós ficamos boa parte do dia na água, então a dica é levar uma câmera à prova de água.

Começamos o dia descendo rio numa boia. Para chegar ao início do rio você pode ir de bicicleta ou de trenzinho. Lá pegamos uma boia dupla e descemos o rio devagarinho.

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Apesar de termos recebido máscara e snorkel e de termos lido que o skorkel era uma das principais atrações, achamos bem fraquinho, pois a água estava turva e quase não tinha peixes.

Até batemos placa com uma seleção de peixes que podiam ser encontrados lá, mas acho que não tivemos sorte.

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Depois fizemos um pouco mais de atividades no estilo arvorismo, só que tudo dentro da água.

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Infelizmente a água não estava tão clarinha e azul como vimos em muitas fotos por aí, mas nós adoramos e recomendamos o passeio.

E como este era nosso último dia na região de Cancun ficaram faltando algumas coisas para nossa próxima viagem. Gostaríamos muito de conhecer um cenote com águas bem clarinhas, pois conhecemos alguns nos lugares que fomos (dentro dos parques e em Chichén Itzá), mas nenhum realmente impressionante. E gostaríamos muito de mergulhar com tortugas em Akumal.

Mas os posts da viagem ainda não acabaram, não. Tem o finalzinho no Panamá. 🙂

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